Livro do Bortolotto (1)

Essa grande figura que é o Mário Bortolotto vai lançar livro no Rio. Mandou mail avisando. É um escritor muito radical e muito pirado que eu respeito pacas. Se estivesse no Rio, iria. Como não estou, reproduzo o mail do Marião:
Rapaziada,

Vou lançar no Rio de Janeiro nesse dia 30/11 (Quinta-feira) o meu
livro mais recente, o “Atire no Dramaturgo”, uma coletânea de textos
extraídos do meu blog homônimo. Vou aproveitar e levo também na mochila
alguns exemplares de meus outros livros que são impossíveis de encontrar no
Rio. São eles : “Mamãe não voltou do Supermercado”, “Para os Inocentes que
ficaram em casa”, “Doze Peças de Mário Bortolotto” e “Bagana na Chuva”.

Se for possível, apareçam e se não for pedir muito me ajudem a divulgar nas
listas de e-mails de vocês. Não conheço muita gente no Rio de Janeiro e
gostaria de contar com a ajuda de meus poucos amigos cariocas.

Valeu mesmo.

O lançamento acontece nesta quinta-feira (dia 30/11) a partir das 20h no Bar
Belmonte do Jardim Botânico – Rua Jardim Botânico, 617 (Esquina com a Rua
Batista da Costa) Tel : 2239-1649 / 2239-4507 / 2511-0276

Espero vocês lá.

Grande abraço. Mário Bortolotto.
Escrito por Alberto Guzik às 16h52

E o nosso livro

Já está marcado com ferro e fogo, pedra e cal. O lançamento de “Um Palco Visceral”, de minha autoria, “Quatro Textos para um Teatro Veloz”, de Ivam Cabral, e da biografia da maravilhosa atriz Irene Stefânia (1) escrita pelo ator Germano Pereira, todos volumes da coleção Aplauso, essa maravilhosa iniciativa da Imprensa Oficial, serão lançados no Espaço dos Satyros 1, na noite da quinta-feira, dia 14 de dezembro. Estão todos convidadíssimos e convocadíssimos. Vai ser uma grande festa pra concluirmos um ano maravilhoso que nos levou para uma fantástica viagem com “A Vida na Praça Roosevelt” e que se fechou com a estréia dessa estupenda montagem que é “Inocência”. Vivam os Satyros, viva a praça Roosevelt sonhada pelos Satyros. Evoé!
Escrito por alberto guzik às 16h57

(1) Irene Stefânia ( São Paulo, 1948) Estudou filosofia e música . Foi uma das musas do cinema brasileiro nos anos 60 e 70. Passou então a trabalhar como psicóloga, sem deixar de fazer alguns filmes esporadicamente. Voltou ao teatro para trabalhar com Os Satyros.

shakespeare (1)sobre o amor

Pesquei o poema na rede. Não sei de quem é a tradução. Mas assim que descobrir, credito devidamente. De qualquer forma, aí vai o soneto. É deslumbrante.
“Como imperfeito ator que em meio à cena
O seu papel na indecisão recita,
Ou como o ser violento em fúria plena
A que o excesso de forças debilita;

Também eu, sem confiança em mim, me esqueço
No amor de os ritos próprios recitar,
e na força com que Amo me enfraqueço
Rendido ao peso do poder de Amar.

Oh! sejam pois meus livros a eloquência,
Áugures mudos do expressivo peito,
Que Amor implorem, peçam recompensa,

Mais do que a voz que muito mais tem feito.
Saibas ler o que o mudo amor descreve,
Que o fino Amor ouvir com os olhos deve.”
Escrito por alberto guzik às 18h15

(1) Shakespeare. (Stratford- Upon- Avon 1564 – London, 1616). Maior dramaturgo da história, foi também um grande poeta.

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