Queer as Folk

Há cinco anos em cartaz, exibido no Brasil pela HBO da 0h às 2h da madrugada de sexta para sábado, está me impressionando o seriado americano, extraído de uma matriz inglesa que era ainda mais radical e furiosa. A versão dos EUA começou cheia de situãções de sitcom, mostrando a vida de um grupo de gays muito diferentes entre si, na cidade de Pittsburgh. Mas a série evoluiu. E está envolvida com a agenda política do movimento GLS americano. E vem discutindo a luta dos homossexuais por seus direitos. E mostrando a oposição que enfrentam. O capítulo de ontem foi impressionante. Arrebatador. Fui dormir impressionado, pensando no que tinha visto. O capítulo terminou com uma bomba em uma imensa boite GLS, onde acontece uma festa em benefício da luta contra uma lei estadual que vai tirar dos gays os benefícios que já conquistaram. Uma narrativa firme e tensa, bem conduzida. E terminou com a frase que nunca ninguém esperou ouvir, do cínico Brian dizendo a Justin: “Eu te amo!” Quem assiste Queer as Folk vai entender por que isso é tão extraordinário. Boa parte da série foi construída ao redor da incompatibilidade desse casal, e agora…

Escrito por Alberto Guzik às 12h36

 

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