{"id":11,"date":"2021-07-15T11:06:06","date_gmt":"2021-07-15T11:06:06","guid":{"rendered":"https:\/\/albertoguzik.org.br\/?page_id=11"},"modified":"2021-07-22T19:15:52","modified_gmt":"2021-07-22T19:15:52","slug":"biografia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/albertoguzik.org.br\/index.php\/biografia\/","title":{"rendered":"Biografia"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12 alignleft\" src=\"https:\/\/albertoguzik.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/alberto_biografia-193x300.png\" alt=\"\" width=\"196\" height=\"304\" srcset=\"https:\/\/albertoguzik.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/alberto_biografia-193x300.png 193w, https:\/\/albertoguzik.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/alberto_biografia.png 385w\" sizes=\"(max-width: 196px) 100vw, 196px\" \/><\/p>\n<p>Nascido em S\u00e3o Paulo, em 1944, Alberto Guzik estreia no teatro aos cinco anos, em \u201cPeter Pan\u201d, no Teatro Escola S\u00e3o Paulo, dirigido por Tatiana Belinki e J\u00falio Gouv\u00eaa.<\/p>\n<p>Atua no teatro amador at\u00e9 ser admitido, em 1964, como aluno de Interpreta\u00e7\u00e3o na Escola de Arte Dram\u00e1tica (EAD), dirigida por Alfredo Mesquita. Conclui o curso em 1966 e, um ano depois, forma-se em Direito pela Universidade Mackenzie. Titula-se Mestre em Teatro, pela Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo (ECA\/USP), em 1982, com um estudo sobre o Teatro Brasileiro de Com\u00e9dia, orientado por S\u00e1bato Magaldi.<\/p>\n<p>Em 1967, encena sua primeira montagem profissional: \u201cO Caf\u00e9\u201d, de M\u00e1rio de Andrade. Logo ap\u00f3s, inicia sua carreira pedag\u00f3gica no Departamento de Teatro da ECA e na EAD, onde, al\u00e9m de lecionar, de 1968 a 1980, dirige os espet\u00e1culos \u201cA Centelha\u201d, biografia do maestro e dramaturgo Abdon Milanez, \u201cAnt\u00edgona\u201d, de S\u00f3focles, e \u201cAs Feiticeiras de Sal\u00e9m\u201d, de Arthur Miller.<\/p>\n<p>Envereda pelo campo da reflex\u00e3o e da produ\u00e7\u00e3o intelectual a partir de 1971, momento em que passa a escrever cr\u00edticas teatrais para os jornais Shopping News e \u00daltima Hora e para as revistas Senhor, Vogue e Isto\u00c9. Em 1984, por indica\u00e7\u00e3o de S\u00e1bato Magaldi, \u00e9 convidado a ingressar no Jornal da Tarde como cr\u00edtico colaborador. Torna-se cr\u00edtico efetivo do JT em 1989, mesmo ano em que \u00e9 incorporado \u00e0 equipe de reportagem, onde permanece at\u00e9 junho de 2001, atuando como cr\u00edtico teatral e rep\u00f3rter especial.<\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo, escreve para o Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo, colabora com a Revista Bravo!, o jornal Valor Econ\u00f4mico, o site Aplauso Brasil e outras publica\u00e7\u00f5es, e ainda participa do programa Metr\u00f3polis, da TV Cultura, como comentarista teatral.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de sua extensa produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica, Alberto tamb\u00e9m integra a equipe de curadores do Festival de Teatro de Curitiba em sua primeira edi\u00e7\u00e3o, em 1992, participando de outras 10 edi\u00e7\u00f5es do evento.<\/p>\n<p>Expande seu campo de a\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do jornalismo e, como dramaturgo, escreve \u201cUm Deus Cruel\u201d, montagem encenada por Alexandre Stockler, em 1997, estreada em Curitiba e indicada ao Pr\u00eamio Shell.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, assina tradu\u00e7\u00e3o e dramaturgia de \u201cM\u00e3e Coragem\u201d, de Bertolt Brecht. O espet\u00e1culo, dirigido por S\u00e9rgio Ferrara e protagonizado por Maria Alice Vergueiro, estreou no Festival de Curitiba, em 2002.<\/p>\n<p>Em junho do mesmo ano, dentro da Mostra de Dramaturgia do Sesi, estreia novo biografia de sua autoria, \u201cErrado\u201d, dirigido por S\u00e9rgio Ferrara, com Renato Borghi \u00e0 frente do elenco.<\/p>\n<p>Depois de quase 40 anos sem pisar no palco, em agosto de 2003, retoma sua carreira de ator. O retorno se d\u00e1 com a pe\u00e7a \u201cO Hor\u00e1rio de Visita\u201d, de S\u00e9rgio Roveri, com dire\u00e7\u00e3o de Ruy Cortez, no Teatro do Centro da Terra.<\/p>\n<p>2004 foi um ano de intensa atividade para Guzik. A data marca sua entrada na Cia. de Teatro Os Satyros, integrando o elenco de \u201cKaspar ou a Triste Hist\u00f3ria do Pequeno Rei do Infinito Arrancado de sua Casca de Noz\u201d, encenada no Espa\u00e7o dos Satyros Um, na Pra\u00e7a Roosevelt.<\/p>\n<p>Em maio do mesmo ano, dirige, tamb\u00e9m no Satyros, \u201cO Encontro das \u00c1guas\u201d, de S\u00e9rgio Roveri, com Jos\u00e9 Roberto Jardim e Pedro Henrique Moutinho. Dois meses depois, outra dire\u00e7\u00e3o, dessa vez em parceria com Wilma de Souza: \u201cA Voz do Povo \u00e9 a Voz de Z\u00e9\u201d, de Marcelino Freire com Ol\u00edvia Ara\u00fajo e Fabr\u00edcio Gareli, encenada no Avenida Club. E, em setembro, novamente como ator, divide o palco com Ivam Cabral e elenco de \u201cTransex\u201d, de Rodolfo Garc\u00eda V\u00e1zquez.<\/p>\n<p>Em seguida, participa do premiado espet\u00e1culo \u201cA Vida na Pra\u00e7a Roosevelt\u201d, de Dea Loher, e dirige \u201cO C\u00e9u \u00c9 Cheio de F\u00faria dos Uivos e Latidos dos C\u00e3es da Pra\u00e7a Roosevelt\u201d, de Jarbas Capusso Filho, e \u201cDe Alma Lavada\u201d, de S\u00e9rgio Roveri.<\/p>\n<p>Seus pr\u00f3ximos trabalhos como ator s\u00e3o: \u201cInoc\u00eancia\u201d (2006) e \u201cDivinas Palavras\u201d (2007), \u201cVestido de Noiva\u201d e \u201cLiz\u201d (2008), todos sob dire\u00e7\u00e3o de Rodolfo Garc\u00eda V\u00e1zquez. E, em 2009, se aventura em um solo: \u201cMon\u00f3logo da Velha Apresentadora\u201d.<\/p>\n<p>Sua carreira como ator, por\u00e9m n\u00e3o se restringe ao teatro. Guzik tamb\u00e9m flerta com a televis\u00e3o. Entre 2007 e 2009, participa dos teleteatros \u201cO Vento nas Janelas\u201d e \u201cA Noiva\u201d e da miniss\u00e9rie \u201cAl\u00e9m do Horizonte\u201d, todos produzidos e exibidos pela TV Cultura.<\/p>\n<p>Sua trajet\u00f3ria art\u00edstica se completa com sua obra liter\u00e1ria, t\u00e3o m\u00faltipla quanto seus talentos. Al\u00e9m de \u201cRisco de Vida\u201d, romance publicado pela Editora Globo, em 1995, \u00a0e indicado ao Pr\u00eamio Jabuti, escreve o ensaio \u201cTBC: Cr\u00f4nica de um Sonho\u201d, lan\u00e7ado pela Editora Perspectiva, em 1986, e \u201cPaulo Autran\/Um Homem no Palco\u201d, da Editora Boitempo, em 1998, vencedor do Pr\u00eamio Jabuti de livro-reportagem. Em junho de 2002, lan\u00e7a, pela Editora Iluminuras, seu primeiro livro de contos, \u201cO Que \u00c9 Ser Rio, e Correr?\u201d.<\/p>\n<p>Conclui para a Cole\u00e7\u00e3o Aplauso os livros \u201cCia. de Teatro Os Satyros \u2013 um Palco Visceral\u201d (2006), \u201cNaum Alves de Souza: Imagem, Cena, Palavra\u201d (2009) \u00a0e \u201cO Teatro de Alberto Guzik\u201d (2009), com quatro pe\u00e7as de sua autoria: \u201cUm Deus Cruel\u201d, \u201cCansei de Tomar Fanta\u201d, \u201cErrado\u201d e \u201cNa Noite da Pra\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Em 2009, dois novos projetos: trabalha em uma nova obra de fic\u00e7\u00e3o, \u201cUm Palco Iluminado\u201d, romance ainda in\u00e9dito que enfoca a vida de uma companhia teatral em S\u00e3o Paulo entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1990, \u00a0e assume a Dire\u00e7\u00e3o Pedag\u00f3gica da SP Escola de Teatro \u2013 Centro de Forma\u00e7\u00e3o das Artes do Palco, Institui\u00e7\u00e3o que ajudou a criar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascido em S\u00e3o Paulo, em 1944, Alberto Guzik estreia no teatro aos cinco anos, em \u201cPeter Pan\u201d, no Teatro Escola S\u00e3o Paulo, dirigido por Tatiana Belinki e J\u00falio Gouv\u00eaa. 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